13/06/2016

A carta que você nunca vai ler.

Você chegou sem pedir licença, foi entrando no meu coração e deixando um cantinho reservado. Você abriu um belo sorriso e me ganhou. Me apaixonei por sua conversa, sorriso, gostos, abraço e por seu cheiro. Caramba! Como foi bom sentir o seu cheiro. Parece que ainda está grudado na minha pele. Ainda não consegui esquecer.

Eu sinto falta daquele dia. Um dia especial onde existia apenas eu e você. O mundo parou para nos dar um tempo. Sinto falta do seu sorriso, das trocas de olhares, da sua boca, do seu abraço, das risadas juntos e conversas. Quando eu lembro de tudo eu sinto vontade de chorar. Eu choro por tudo ter acabado, aliás, não tinha nem começado para ter um fim. 

As lágrimas vem sem aviso. Eu começo a chorar sem perceber. São essas mesmas lágrimas que escorrem enquanto eu escrevo, mais uma vez, cartas que você nunca irá ler.  Pelo menos eu acho que você nunca irá. Imagino que já não se lembre da minha existência. Eu fui igual a uma chuva passageira para você.
Queria poder dizer que sinto falta. Sim, eu sinto muita falta de falar com você e de te ver. Mas não quero apenas ver de longe. Eu quero poder te abraçar e nunca mais soltar. É pedir muito? 
Talvez não tenha mais como tentar de novo, só que o mundo da voltas, e pode acontecer de nos esbarrarmos lá na frente. Nosso momento pode não ter sido agora, mas talvez seja daqui 5 ou 10 anos. 

Espero, de verdade, que isso possa acontecer. Eu gostaria de dizer que talvez eu nunca vá te esquecer. Você foi marcante e conseguiu deixar o seu cantinho reservado. 

De alguém que gosta muito, muito de você. 

                                                                              

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